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Correio da Manhã

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Fãs de Michael Jackson processam vítimas de abuso sexual por mancharem reputação do Rei do Pop

Safechuck e Wade Robson processados por três grupos de fãs de Michael.
3 de Julho de 2019 às 15:53
Wade Robson tinha sete anos quando conheceu Michael Jackson
Michael Jackson conheceu James Safechuck, de dez anos, num anúncio da Pepsi e os dois nunca mais se separaram
Michael Jackson
Michael Jackson com James Safechuck, quando este tinha 10 anos, no avião privado do cantor.
Wade Robson tinha sete anos quando conheceu Michael Jackson
Michael Jackson conheceu James Safechuck, de dez anos, num anúncio da Pepsi e os dois nunca mais se separaram
Michael Jackson
Michael Jackson com James Safechuck, quando este tinha 10 anos, no avião privado do cantor.
Wade Robson tinha sete anos quando conheceu Michael Jackson
Michael Jackson conheceu James Safechuck, de dez anos, num anúncio da Pepsi e os dois nunca mais se separaram
Michael Jackson
Michael Jackson com James Safechuck, quando este tinha 10 anos, no avião privado do cantor.

Os fãs do cantor mais rico da história da música decidiram processar as supostas vítimas de abuso sexual de Michael Jackson, devido às alegações feitas no documentário do canal de televisão HBO, 'Leaving Neverland'.

James Safechuck e Wade Robson estão a ser processados por três grupos de fãs de Michael, em França, pelas alegações sobre o comportamento do Rei do Pop, que formaram a base do documentário dividido em duas partes, realizado por Dan Reed, conta o jornal britânico The Mirror.

Emmanuel Ludot, porta-voz da Comunidade Michael Jackson, revelou ao jornal britânico Daily Mail, que o depoimento de Safechuck e Robson foi um genuíno ataque à reputação do cantor.

Reed está agora no centro de um processo de 88 milhões de euros, aplicado pela família do Rei do Pop, que administra a propriedade multimilionária.

Bill Whitifield, ex-guarda costas do cantor, insistiu que o stress das múltiplas alegações de abuso infantil foi a principal razão da morte de Michael.

"A última vez que o vi foi cerca de duas semanas antes de ele morrer. Ele não parecia feliz", confessou Whitifield ao jornal britânico The Sun.

De recordar que o médico pessoal de Michael Jackson, Murray, foi considerado culpado de homicídio involuntário, por ter disponibilizado propofol, um poderoso anestésico.

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