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Correio da Manhã

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Governo acompanha transladação de corpo de luso-são-tomense assassinada

Mulher foi assassinada esta semana no norte da ilha.
Lusa 5 de Março de 2020 às 19:08
Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
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Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
Portuguesa morre assassinada por segurança de hotel com golpes de catana em São Tomé
O Governo português disse esta quinta-feira estar a acompanhar a transladação do corpo da cidadã luso-são-tomense residente em São Tomé que foi assassinada esta semana no norte da ilha, indicando que o processo fica concluído na sexta-feira.

"Estamos a acompanhar todos os procedimentos. Trata-se de uma cidadã luso-são-tomense e aplicam-se as regras próprias nessa situação", declarou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

Falando à agência Lusa na capital croata, em Zagreb, antes de uma reunião dos chefes da diplomacia europeia, o governante português disse que "a embaixada e a direção-geral [de Saúde] estão a trabalhar em conjunto e também em coordenação com a respetiva família".

Fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros precisou depois à Lusa que "a transladação está em curso e o corpo estará em Portugal amanhã [sexta-feira] de manhã".

Uma portuguesa residente em São Tomé e Príncipe foi encontrada morta na segunda-feira à noite com indícios de ter sido assassinada de forma violenta, no hotel que administrava, no norte da ilha são-tomense, disse à Lusa fonte policial.

A Polícia Judiciária esteve naquela noite no local, adiantou a mesma fonte.

A mulher, com cerca de 50 anos, que também tinha nacionalidade são-tomense, era, há cerca de dois anos, administradora de um hotel no norte da ilha, a cerca de 50 quilómetros da capital, São Tomé.

Antes, trabalhou na empresa de aviação Africa's Connection, e também na fábrica de chocolate Cláudio Corallo.

O corpo, que apresentava sinais de grande violência, foi descoberto por um segurança, no interior do gabinete da vítima.

Segundo fontes no local, não há indício de qualquer roubo.

ANE (MYB/JH) // LFS

Lusa/fim

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