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Hackers chineses acusados de roubar a 11 países informações sobre vacina contra a Covid-19

Tribunal norte-americano acusa Pequim de ataques informáticos. Vários países foram alvos.
Correio da Manhã 18 de Setembro de 2020 às 11:10
A corrida à vacina contra a Covid-19 mantém-se com cada vez mais pressão entre os países. O tribunal dos Estados Unidos acusa agora dois hackers chineses, Li Xiaoyu e Dong Jiazhi, residentes em Canton, na China, de terem roubado informações sobre a vacina a 11 países.

De acordo com a acusação, os hackers infiltraram-se numa empresa de inteligência artificial britânica, uma empresa espanhola e uma empresa australiana de energia solar.

De acordo com o jornal espanhol El País, os centros espanhóis que trabalham na investigação de uma vacina foram atacados sendo que estes ataques se têm repetido em diversos países que disputam a corrida pela chave contra a pandemia. A revelação foi feita esta quinta-feira pelo diretor do Centro Nacional de Inteligência (CNI), Paz Esteban. 

Li Xiaoyu e Dong Jiazhi foram acusados de terem hackeado durante 10 anos os sistemas de centenas de empresas de alta tecnologia , governos, ONGs e ativistas de direitos humanos. Recentemente o foco das suas pesquisas era empresas que estão a desenvolver a vacina contra o novo coronavírus. Austrália, Bélgica, Alemanha, Japão, Lituânia, Holanda, Coréia do Sul, Suécia, Reino Unido e Espanha foram os países alvo dos ataques.

 

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