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Jovem morre após ser obrigada a abortar para fazer quimioterapia

Mulher de 22 anos teve de escolher entre a sua vida e o seu bebé, mas o final acabou por ser o mais trágico.
11 de Abril de 2018 às 10:16
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Uma jovem de 22 anos, que foi obrigada a abortar às 11 semanas de gravidez para realizar quimioterapia, morreu após perder a sua batalha contra o cancro.

Charlotte Smith, de nacionalidade britânica, foi diagnosticada com leucemia linfoblástica aguda e informada de que a sua vida correria riscos se levasse a sua gravidez até ao fim.

A mulher decidiu então realizar um aborto e deu início aos tratamentos no mesmo dia. Acabou por morrer vítima da doença na passada terça-feira.

De acordo com o The Sun, a gravidez de Charlotte era um desejo da jovem, que ainda não sabia que estava doente quando descobriu que ia ser mãe. Foi então que a jovem começou a sentir muitas dores e cansaço extremo, entre outros sintomas, que já davam indícios da doença.

Depois de realizar alguns exames ao sangue, a jovem foi chamada ao hospital de North Yorkshire com urgência e informada de que teria de começar a realizar tratamentos muito em breve.

"Aquilo era entre a minha vida e a da criança e eu não queria morrer. Havia 84% de células cancerígenas no meu sangue", disse meses antes de morrer ao jornal britânico.

Depois de duas rondas de quimioterapia e de um transplante de medula óssea bem sucedido, a saúde de Charlotte começou a piorar e culminou no final mais trágico.
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