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Lula da Silva lidera na intenção de voto às presidenciais no Brasil com larga vantagem sobre Bolsonaro

Atual presidente seria derrotado pelo ex-presidente brasileiro caso eleições fossem hoje.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 13 de Maio de 2021 às 07:51
Bolsonaro, presidente do Brasil
Lula aguardava a decisão do STF e espera-se agora que anuncie a candidatura
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Uma sondagem de intenções de voto para as eleições presidenciais do próximo ano no Brasil mostra que, se a disputa fosse hoje, o antigo presidente Lula da Silva venceria o actual chefe de Estado, Jair Bolsonaro, e seria eleito com larga vantagem. O levantamento foi realizado pelo Instituto Datafolha em todo o Brasil e divulgado na noite desta quarta-feira.

Segundo o Datafolha, se as presidenciais do próximo ano fossem hoje, Lula seria eleito na segunda volta com 55% dos votos válidos, ou seja, excluídos os brancos e os nulos, contra 32% de Bolsonaro. Pelos números revelados pelo instituto, Lula já venceria Bolsonaro na primeira volta, por 41% a 23%, e passariam ambos para a segunda, não dando qualquer chance a outros candidatos.

De acordo com este levantamento, nenhum dos hoje potenciais candidatos à chamada terceira via, que se colocam como uma alternativa à polarização protagonizada por Lula e Bolsonaro, tem a menor possibilidade de ser eleito ou mesmo passar para a segunda volta. Entre os prováveis candidatos dessa chamada via alternativa, o melhor colocado no levantamento do Datafolha é o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, que no entanto surge apenas com 7% das intenções de voto, muito longe dos dois favoritos.

Os outros principais candidatos são, por enquanto, o ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes, terceiro colocado nas presidenciais de 2018, que agora ostenta 6%, o apresentador da Tv Globo Luciano Huck, com 4%, e o actual governador de São Paulo, com 3%. Entre outros nomes aventados para a disputa está também o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que teve um trabalho muito elogiado no início da pandemia antes de ser demitido por Bolsonaro por não defender o uso de Cloroquina contra a Covid-19, mas que neste levantamento aparece apenas com 2% das intenções de voto.
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