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Mãe mata filha de três anos à pancada com martelo após overdose de antidepressivos

Natalia tentou cometer suicídio após o crime. Pai da menina chegou a casa e encontrou cenário de horror.
Correio da Manhã 19 de Outubro de 2020 às 13:59
Natalia matou a filha Lisa, de três anos, à martelada
Natalia matou a filha Lisa, de três anos, à martelada
Natalia matou a filha Lisa, de três anos, à martelada
Natalia matou a filha Lisa, de três anos, à martelada
Natalia matou a filha Lisa, de três anos, à martelada
Natalia matou a filha Lisa, de três anos, à martelada

Uma mulher, acusada de matar a própria filha, uma menina de três anos, à pancada com recurso a um martelo está em estado crítico, depois de ter tentado por cometer suicídio. O caso, ocorrido em Kirovgard, na Rússia, está a chocar o mundo.

Segundo a investigação apurou, Natalia Petunina atacou a pequena Lisa após ter tomado uma enorme quantidade de medicamentos antidepressivos. A mãe estava sozinha com a filha, no apartamento da família, na passada sexta-feira, quando se deu o ataque.

Ao chegar a casa do trabalho, o marido de Natalia e pai de Lisa, Vladimir, encontrou a criança morta numa poça de sangue, num cenário de extrema violência. Chamou de imediato os serviços de emergência mas, ao chegarem ao local, já nada havia a fazer por Lisa. A causa da morte da menina foram violentas pancadas na cabeça, feitas com um martelo, que lhe desfizeram o crânio.

A mãe, Natalia, tentou cometer suicídio e foi por isso levada para o hospital, em estado grave.

"Não conseguiu levar o plano até ao fim porque o marido chegou a casa e chamou serviços de emergência e autoridades", afirmou Valeriy Gorelykh, porta-voz da polícia local, aos jornalistas.

Foi aberta investigação e Natalia enfrenta até 20 anos de prisão caso seja condenada pelo homicídio da filha, ainda que a mulher estivesse sob o efeito de medicação. "Antes da tragédia, a mãe tomou uma quantidade muito maior de medicamentos do que o que devia. Isso poderia provocar o comportamento agressivo contra a criança", adianta o porta-voz da polícia sobre as investigações.

A família e os amigos de de Natalia estão em choque. Garantem que, apesar de combater uma depressão, a russa era "uma boa mãe". "A Natalia, sempre que a víamos, fazia por estar de bom humor. Ela amava a filha dela e tomava muito bem conta da menina, estava sempre bem cuidada", relata uma amiga da mãe acusada de homicídio.

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