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Mães de alunos de colégio católico que denunciaram mulher por vender fotos eróticas na Net apanhadas a fazer o mesmo

Denúncia da presença de Crystal em rede social para adultos fez com que os filhos da mulher fossem expulsos da escola.
Correio da Manhã 26 de Fevereiro de 2021 às 16:38
Crystal Jackson vende conteúdos eróticos na Internet
Crystal Jackson vende conteúdos eróticos na Internet
Crystal Jackson vende conteúdos eróticos na Internet
Crystal Jackson vende conteúdos eróticos na Internet
Crystal Jackson vende conteúdos eróticos na Internet
Crystal Jackson vende conteúdos eróticos na Internet
O caso tem feito correr muita tinta em Sacramento, na Califórnia, EUA, e ganha agora novos contornos. Crystal Jackson viu os seus três filhos serem expulsos do colégio católico que frequentavam, o Sacred Heart Parish School, após um grupo de mãe de outros alunos terem denunciado à direção que Crystal tinha um perfil na plataforma OnlyFans, no qual vendia fotos eróticas. Agora foi descoberto que Crystal não é caso único e que algumas das mulheres que a denunciaram afinal fazem o mesmo e vendem fotos suas despidas na Internet.

Segundo a CBS13, pelo menos mais três mães de alunos terão sido identificadas como tendo conta na plataforma de conteúdo para adultos mas, ao contrário de Crystal, os seus filhos não foram ainda expulsos daquele colégio católico e de outro do mesmo agrupamento, o Jesuit High School.

Crystal conta que foi com o consentimento e apoio do marido que começou a vender conteúdos eróticos na Internet, atividade que já lhe rende cerca de 125 mil euros por mês. Mesmo após o escândalo, recusou fechar a conta e parar com o 'negócio'.

No entanto, admite que ficou chocada com a decisão da escola. "Ficámos incrivelmente chocados, chateados e perturbados. Recebemos um email no domingo a dizer que na segunda-feira os meus filhos já não eram bem-vindos. Eles ficaram chocados, como nós, mas dissemos-lhes qu a escola não nos queria a nós, pais lá, que o problema não é deles", relatou então a mulher.

O caso promete continuar a dar que falar, numa altura em que as identidades das outras mães que também vendem conteúdo para adultos na Internet ainda não foram reveladas.