Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo
8

Megaoperação espanhola salva mulheres forçadas a prostituição em grutas

Autoridades salvaram 39 vítimas de origem nigeriana.
26 de Março de 2018 às 17:06
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Foram salvas 39 mulheres
As autoridades apreederam 300 mil euros
As vítimas eram de origem nigeriana
Mulheres viviam em locais sem condições
Nigéria
Um dos criminosos é um conhecido DJ da Nigéria
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Foram salvas 39 mulheres
As autoridades apreederam 300 mil euros
As vítimas eram de origem nigeriana
Mulheres viviam em locais sem condições
Nigéria
Um dos criminosos é um conhecido DJ da Nigéria
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Foram salvas 39 mulheres
As autoridades apreederam 300 mil euros
As vítimas eram de origem nigeriana
Mulheres viviam em locais sem condições
Nigéria
Um dos criminosos é um conhecido DJ da Nigéria
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas
Mulheres, algumas delas menores, eram forçadas a prostituição em grutas espanholas

As autoridades espanholas salvaram 39 mulheres nigerianas numa megaoperação policial contra o tráfico humano e prostituição. As vítimas viviam em grutas na província de Almeria, em Espanha, sem acesso a luz ou saneamento e eram forçadas à prostituição sob ameaças de serem vítimas de rituais ‘voodoo’.

Segundo o jornal Mirror, as vítimas, algumas delas menores, eram forçadas a atos sexuais para pagar "as despesas" das viagens ilegais para a Europa.

O acordo entre as mulheres e os contrabandistas terá sido realizado na Nigéria e as vítimas aceitaram pagar a quantia de 26 mil euros para viajar ilegalmente até Espanha.

Como forma de "autenticar o acordo", as mulheres eram obrigadas a participar de um ritual que as obrigava a" beber gotas do próprio sangue ou a misturar fios de cabelo, unhas ou peças de roupa ao sangue". Os rituais terão sido realizados por padres nigerianos.

As vítimas acreditavam que, uma vez chegadas ao destino Europeu, se tentassem fugir ou quebrar o contrato, o ritual seria ativado e poderia provocar danos à família ou a si próprias.

De acordo com o porta-voz da polícia espanhola, "esta é uma das maiores redes de tráfico humano alguma vez identificada na Europa".

A operação envolveu a polícia espanhola, a brigada de crime britânica e as autoridades nigerianas, uma vez que os criminosos atuavam nos três países.

Até ao momento foram realizadas 89 detenções, incluindo um famoso DJ nigeriano que terá ajudado na distribuição das vítimas por território espanhol.

O governo espanhol bloqueou uma das contas dos traficantes que possuía o valor de 300 mil euros.

A investigação iniciou-se em novembro de 2017, após a denúncia de uma das vítimas menores, que revelou às autoridades nigerianas que mãe tinha feito um acordo com os traficantes para a transportar para Espanha.

A rapariga esteve em contacto com a polícia durante toda a investigação e foi uma das mulheres salvas.

"É um crime altamente organizado. Exploram as mulheres há um longo período de tempo e estas são mantidas em condições horríveis de onde sabem que não escaparam com vida", declarou Tom Dowdall, director da Agência de Crime Nacional.

A investigação continua e as autoridades admitem a possibilidade de realizar mais detenções. 




Ver comentários