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Correio da Manhã

Mundo

Milhares de martas enterradas na Dinamarca estão a subir à superfície e a lançar o horror

Fenómeno macabro terá sido causado pelos gases libertados pela decomposição.
Correio da Manhã 25 de Novembro de 2020 às 16:59
Marta
Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
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Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
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Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
Milhões de visons despejados em vala comum na Dinamarca por receio de transmitirem Covid-19
A Dinamarca anunciou no início deste mês que ia abater toda a população de martas do país, depois de ter sido encontrada em quatro animais uma mutação do coronavírus que causa a Covid-19. Agora, menos de um mês depois, os cadáveres dos animais estão a ressurgir da terra, deixando a população aterrorizada.

Este fenómeno macabro foi observado em um campo de treino militar próximo da cidade de Holstebro, onde milhares de martas foram enterradas numa vala improvisada.

O ministério do meio ambiente tinha dado ordens para que as martas fossem cobertas com pelo menos 150 centímetros de terra, mas de acordo com a emissora pública RD os cadáveres dos animais terão sido entrerrados sob apenas 100 centímetros de terra.

Por culpa dos gases libertados pela decomposição, os cadáveres das martas começaram a subir à superfície, assustando a poupulação local e criando uma onda de agitação nas redes sociais, onde o fenómeno já é descrito como "a morte das martas zombies mutantes".

O ministério já reagiu ao sucedido e reiterou que a "fuga" das martas para a superfície está relacionada com "o processo de decomposição dos animais", antes de dizer que a área será vigiada 24 horas por dia até que "uma cerca seja colocada", tudo para "evitar possíveis problemas para animais e humanos".
Dinamarca Covid-19 Martas animais
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