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Milionário morto pelo filho de 14 anos era suspeito de fraude e condenado por cheques sem cobertura

Vida luxuosa de Fabrício César de Oliveira contrastava com os vários processos que o milionário tinha na Justiça.
Correio da Manhã 6 de Agosto de 2021 às 16:33
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Milionário morto pelo filho de 14 anos era suspeito de fraude e condenado por cheques sem cobertura
O empresário brasileiro Fabrício César de Oliveira, morto a tiro esta semana pelo filho de 14 anos, estava a ser investigado pelas autoridades brasileiras pelo crime de fraude.

O milionário, que dizia nas redes querer ser bilionário e que não hesitava em ostentar luxo, respondia a vários processos por dívidas à banca e foi condenado pela justiça do Estado do Pará pela passagem de cheques sem cobertura.

O filho de Fabrício, recorde-se, matou o pai alegando que queria defender a mãe da violência doméstica que, alegadamente, sofria. A própria criança será vítima de violência psicológica por parte de Fabrício, um empresário da área de áudio automóvel que se auto-denominava chanceler e comendador e chefiava ainda a Câmara de Comércio Brasil China.

Fabrício colecionava automóveis de luxo. Na sua vivenda nos arredores de São Paulo foram vistos automóveis Lamborghini, Maserati, McLaren e BMW.

Além dos carros, era colecionador de armas. Na moradia foram descobertas várias armas de vários calibres, incluindo uma metralhadora. Estariam todas licenciadas e foi com uma delas que o rapaz de 14 anos tirou a vida ao pai.
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