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Correio da Manhã

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Mulher com cancro de mama prossegue gravidez contra aconselhamento médico

Após quimioterapia e uma cirurgia, a grávida venceu a doença e foi mãe de uma menina saudável.
24 de Maio de 2018 às 12:43
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
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Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
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Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Mulher grávida com cancro
Tifanie Morataya, de 37 anos, ficou chocada ao descobrir que estava grávida de uma menina apenas quatro dias após saber que tinha cancro da mama, em agosto de 2016. 

A mulher, da Califórnia, nos Estados Unidos, foi aconselhada por sete médicos a interromper a gravidez. No entanto, após pesquisa sobre os riscos da quimioterapia durante a gestação, Tifanie decidiu prosseguir. 

Em março de 2017, Tifanie deu à luz uma bebé saudável a quem lhe deu o nome de Zoe. O parto aconteceu após a recém-mamã ter passado por tratamentos de quimioterapia e uma mastectomia bem sucedidas.

Feliz e com uma bebé nos braços, Tifanie decidiu mostrar a sua "bebé milagre" aos sete médicos que a aconselharam a abortar. 

"Depois de 45 minutos de trabalho de parto, eles deram-ma e não tinha nada ligado a ela. Estava perfeitamente saudável e a respirar sozinha. Eu estava feliz. Conseguia respirar pela primeira vez em meses", contou, ao The Mirror, a mulher agora livre da doença.

Tifanie é técnica financeira e achava que ia morrer depois de uma biópsia ter revelado que um nódulo dorido do tamanho de uma tangerina no seio esquerdo era canceroso. Quando lhe foi dito pelos médicos que, se sobrevivesse, poderia não ter mais filhos, já que a quimioterapia pode danificar os óvulos, a mulher ficou destroçada. 

Na altura, a técnica financeira decidiu recorrer a um especialista em fertilização in vitro para congelar os seus óvulos para que ela pudesse dar ao filho de seu parceiro, Alexander, agora com dez anos, um irmão. Foi aí que o médico especialista, incrédulo, lhe deu a notícia de que já se encontrava grávida. 

Após aconselhamento médico para abortar, a mulher pesquisou sobre o assunto e afirma que não encontrou nenhuma "evidência conclusiva" de que isso afetaria o seu feto, e por isso não abortou. 

Durante os tratamentos, Tifanie afirma que se sentia "esgotada" com os tratamentos. Estando grávida, a mãe de Zoe tinha náuseas que se juntavam às provocadas pelo tratamento de quimioterapia. 

Zoe tem agora 14 meses. "É uma bebé milagrosa, é forte e atrevida. É provavelmente a decisão da qual mais me orgulho na minha vida", revelou a mulher.
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