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Mulher despedida depois de apanhar o patrão a masturbar-se

Logan Williams disse ter ficado 'mortificada' com o incidente e que saiu rapidamente da sala.
Correio da Manhã 23 de Setembro de 2020 às 16:52
Marathon Capital
Marathon Capital FOTO: Direitos Reservados

Logan Williams, uma administrativa de um banco em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, diz ter sido despedida depois de apanhar o patrão, Chuck Hinckley, a masturbar-se numa sala a 23 de julho. A notícia é avançada pelo jornal britânico Daily Mail.

"Especificamente, a Sra. Williams entrou e observou uma expressão extremamente surpresa no rosto do Sr. Hinkley. Olhou para baixo e viu o Sr. Hinckley a tentar desesperadamente colocar o pénis de volta nas calças com a mão esquerda", diz o processo de assédio sexual e ambiente de trabalho hostil que a mulher abriu no Tribunal Federal de Manhattan, nos Estados Unidos.

"Ele movia simultaneamente o rato do computador com a mão direita, aparentemente num esforço para fechar o que quer que estivesse aberto (provavelmente pornografia) no seu ecrã", lê-se ainda.

A mulher disse que ficou 'mortificada' com o incidente e saiu rapidamente da sala.

Logan Williams referiu que esta não foi a primeira vez que sofreu de comportamentos discriminatórios e sexistas por parte do patrão, e que chegou inclusive a queixar-se dos mesmos ao CEO da empresa.

Logan alega ainda que a empresa a tentou "silenciar" enquanto fazia uma investigação interna e refere que terá recebido uma chamada a ameaçá-la. A empresa alega ainda que as mensagens trocadas entre os vários trabalhadores violaram a proibição de não falar com ninguém enquanto a investigação ainda estava em curso. A ex-administrativa disse ainda ter enviado três mensagens ao CEO do banco e que foi ignorada.

A empresa negou o incidente. "É lamentável que a nossa ex-funcionária tenha recorrido a alegações infundadas que nada mais são do que uma tentativa desesperada de sacar um pagamento indevido. A Marathon Capital segue os mais altos padrões de conduta profissional e vamos defender-nos vigorosamente", disse o banco num comunicado enviado ao mesmo jornal.

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