Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo
1

Número de portugueses por localizar em Moçambique baixou de 30 para sete

Há registo de cerca de 800.000 pessoas de alguma forma afetadas com o ciclone Idai.
26 de Março de 2019 às 10:39
Ciclone ‘Idai’ deixou um rasto de destruição
Ciclone Idai deixa rasto de destruição em Moçambique
Ciclone Idai deixa rasto de destruição em Moçambique
Ciclone ‘Idai’ deixou um rasto de destruição
Ciclone Idai deixa rasto de destruição em Moçambique
Ciclone Idai deixa rasto de destruição em Moçambique
Ciclone ‘Idai’ deixou um rasto de destruição
Ciclone Idai deixa rasto de destruição em Moçambique
Ciclone Idai deixa rasto de destruição em Moçambique
O número de portugueses por localizar no centro de Moçambique depois do ciclone Idai baixou de 30 para sete, disse esta terça-feira à Lusa o secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves.

"Ontem eram apenas sete pessoas por contactar, não há mais nenhum registo" e admite-se que sejam portugueses que não têm meios de contacto permanente, como telemóveis, explicou.

Aquele membro do Governo encontra-se na Beira desde segunda-feira e deverá permanecer na cidade mais afetada pelo ciclone até final da semana, em contacto com a comunidade de 2.500 portugueses e acompanhando as forças operacionais ali deslocadas, compostas por 110 elementos.

As forças militares e de proteção civil estão envolvidas em diversas atividades, entre as quais a distribuição de alimentos e purificação de água no distrito de Buzi, o mais alagado.

Um hospital de campanha do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) de Portugal, com equipamento e médicos, poderá vir a ser ativado para reforçar o contingente, acrescentou.

As autoridades moçambicanas já contabilizaram quase 447 mortos devido aos ventos ciclónicos de 14 e 15 de março e às cheias dos dias seguintes, mas o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, admite que o número possa ultrapassar os mil.

Há registo de cerca de 800.000 pessoas de alguma forma afetadas com o ciclone Idai.
Ver comentários