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O adeus a George Floyd com um recado de Joe Biden: "É hora da justiça racial"

Na lotada igreja Fountain of Praise, familiares e amigos abraçaram-se pela primeira vez diante do caixão aberto. "É hora de celebrar a sua vida", afirmou a pastora Mia Wright.
SÁBADO 9 de Junho de 2020 às 19:47
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
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Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
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Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd
Funeral de George Floyd

O ex-vice presidente dos EUA e futuro candidato democrata às presidenciais dos EUA, Joe Biden, deixou uma mensagem vídeo que foi passada no funeral do afro-americano George Floyd, esta terça-feira, em Houston, no estado do Texas.

"É a hora da justiça racial. Essa é a resposta que devemos dar aos nossos filhos quando questionam porquê. Porque quando houver justiça para George Floyd, estaremos realmente no caminho da justiça racial nos EUA", defendeu Biden, homenageando o cidadão de 46 anos que morreu depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção. "Não consigo respirar", ouviu-se Floyd dizer no vídeo do momento difundido pelas redes sociais.

"Pequena Gianna, como te disse quando te vi ontem, és tão corajosa. O pai está a olhar para baixo e está tão orgulhoso de ti", disse ainda Biden, dirigindo-se à filha de Floyd, que recentemente foi filmada, num protesto, a dizer que o pai tinha mudado o mundo. O democrata não esqueceu esse momento, quando falou na questão da justiça social e na necessidade de se chegar a esse patamar: "Então, como disseste, Gianna, o pai terá mudado o mundo."

Na lotada igreja Fountain of Praise, familiares e amigos abraçaram-se pela primeira vez diante do caixão aberto. "É hora de celebrar a sua vida", afirmou a pastora Mia Wright.

George Floyd morreu em 25 de maio, em Minneapolis (Minnesota). Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais foram palco de atos de pilhagem.

Os quatro polícias envolvidos foram despedidos, e o agente Derek Chauvin, que colocou o joelho no pescoço de Floyd, foi acusado de homicídio em segundo grau, arriscando uma pena máxima de 40 anos de prisão.

Os restantes vão responder por auxílio e cumplicidade de homicídio em segundo grau e por homicídio involuntário.

A morte de Floyd ocorreu durante a sua detenção por suspeita de ter usado uma nota falsa de 20 dólares (18 euros) numa loja.

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