Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo
1

Português em Beirute pede ajuda ao Governo para regressar a Portugal após explosões

Governo continua ainda sem confirmação de vítimas entre a comunidade portuguesa, estimada em cerca de meia centena de pessoas.
Lusa 5 de Agosto de 2020 às 10:24
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Cidade de Beirute destruída após explosões
Um cidadão português, a morar há um ano no Líbano, pediu ajuda para regressar a Portugal após as explosões que atingiram a capital libanesa, Beirute, na terça-feira, disse hoje à Lusa fonte oficial.

De acordo com fonte do gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, o português, "casado com uma libanesa, pediu que o processo para o seu regresso fosse acelerado, uma vez que a mulher precisa de visto".

A mesma fonte precisou que a fachada do prédio onde vive este português, na capital libanesa, bem como o rés-do-chão e o primeiro andar ficaram destruídos, mas "a sua habitação está intacta".

O Governo continua ainda sem confirmação de vítimas entre a comunidade portuguesa, estimada em cerca de meia centena de pessoas, acrescentou a fonte, mantendo-se a informação dada por Berta Nunes à Lusa na terça-feira à noite.

Duas fortes explosões sucessivas sacudiram Beirute na terça-feira, causando mais de uma centena de mortos e mais de 4.000 feridos, segundo o último balanço feito pela Cruz Vermelha.

As violentas explosões deverão ter tido origem em materiais explosivos confiscados e armazenados há vários anos no porto da capital libanesa.

O primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, revelou que cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amónio estavam armazenadas no depósito do porto de Beirute que explodiu.

porto de Beirute Governo Portugal Berta Nunes Líbano questões sociais demografia emigrantes
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)