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Presidente do Líbano admite que sabia do nitrato de amónio no porto de Beirute desde julho

Michel Aoun afirma que pediu que fossem tomadas as "medidas necessárias".
Correio da Manhã 12 de Agosto de 2020 às 16:46
Presidente libanês Michel Aoun aponta o dedo a Israel pelo homicídio em Luanda
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O presidente do Líbano, Michel Aoun, afirmou esta quarta-feira que teve conhecimento da existência de uma grande quantidade de nitrato de amónio no porto de Beirute a 20 de julho deste ano, duas semanas antes das trágicas explosões.

"Assim que o Presidente Aoun foi informado através do relatório de Segurança do Estado a 20 de julho de 2020 sobre a presença de uma grande quantidade de nitrato de amónio no porto de Beirute, o conselheiro militar informou o Secretário-Geral do Conselho Supremo de Defesa na Presidência do Conselho de Ministros sobre este relatório, para que tomasse as medidas necessárias", revela na conta oficial do Twitter.

"A Presidência da República faz questão de zelar para que a investigação judicial se desenrole em toda a sua extensão (...) para esclarecer toda a verdade sobre a explosão, as suas circunstâncias e os responsáveis", termina Aoun.

Estas declarações surgem após vários meios de comunicação darem conta de que o presidente e o primeiro-ministro do Líbano tinham conhecimento da grande quantidade de nitrato de amónio no porto de Beirute.
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