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Correio da Manhã

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Preso por violar e matar menina é arrancado da esquadra e morto por populares no Brasil

Ronald confessou que ofereceu dinheiro para manter relações sexuais com Elcleciane, mas criança recusou.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 22 de Janeiro de 2020 às 15:07
Preso por violar e matar menina é arrancado da esquadra e morto por populares no Brasil
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Preso por violar e matar menina é arrancado da esquadra e morto por populares no Brasil
Preso por violar e matar menina é arrancado da esquadra e morto por populares no Brasil

Um homem de 28 anos preso por ter violado e assassinado uma menina de 10 anos de idade que trabalhava com ele foi arrancado da esquadra por uma multidão enfurecida e morto no meio da rua na cidade de Fonte Boa, interior do estado brasileiro do Amazonas. Os poucos polícias da cidade não tiveram como evitar a ação da multidão, que decidiu agir ao saber que o preso iria ser transferido para a capital do estado, Manaus.

A multidão começou a concentrar-se em frente à esquadra da cidade, que tem 17 mil habitantes, depois de saber que o suspeito, Ronald Gomes, tinha confessado a violação e a morte da pequena Elcleciane Nascimento Duarte, que trabalhava como ajudante dele na produção de bolos caseiros. A certa altura, a multidão avançou, invadiu a esquadra e arrancou Ronald da cela onde se encontrava, arrastando-o para o meio da rua.

Acabou por morrer no local, linchado a golpes de murro e pontapé por muitos populares. O corpo do preso foi depois esquartejado no meio da rua, para delírio da multidão, verdadeiramente enlouquecida de ódio.

Antes de ser arrancado da cela e morto por populares, Ronald, segundo a polícia, tinha confessado que ofereceu dinheiro para manter relações sexuais com Elcleciane, mas que a menina recusou, ameaçou contar tudo à família e tentou fugir. Foi então que o agressor dominou a criança, violou-a e matou-a.

Na tentativa de escapar à punição pelos crimes, e ainda de acordo com o que as autoridades garantem que ele confessou, Ronald escondeu o corpo de Elcleciane para forjar um desaparecimento, mas a sua mulher, que não teve o nome revelado por aparentemente não ter nada a ver com os crimes do marido, encontrou o corpo da menina e chamou a polícia.

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