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Primeira-ministra da Nova Zelândia aceita corte no salário em solidariedade com afetados pela pandemia de coronavírus

Outros ministros também sofrerão uma redução significativa dos salários.
Correio da Manhã 15 de Abril de 2020 às 10:57
Jacinda Ardern
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"Se há uma altura para reduzir as diferenças entre grupos de pessoas em toda a Nova Zelândia em diferentes posições [sociais], é agora." Foi desta forma que a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou um corte de 20% no seu e no salário de outros ministros durante um período de seis meses num gesto que, justifica, mostrará a solidariedade do executivo às pessoas afetadas pela pandemia de coronavírus. 

"Sou responsável pelo ramo executivo e é aqui que podemos agir", afirmou numa altura que o número de mortos no país continua a aumentar apesar de ser reduzido comparado com o resto do mundo. 

Jacinda Ardern afirma que é importante que os políticos mais bem pagos do governo da Nova Zelândia demonstrem "liderança e solidariedade" com os trabalhadores da linha de frente e com os que perderam os seus trabalhos durante esta crise que promete alongar-se durante mais uns meses. Ardern, ministros do governo e executivos de serviços públicos vão assim aceitar o corte por seis meses, com efeitos imediatos. 

A Nova Zelândia está em confinamento há três semanas. Mais de 1.300 pessoas estão infetadas pelo vírus e há nove mortes, todas pessoas idosas com condições de saúde pré-existentes.

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