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Correio da Manhã

Mundo

Protestos por morte de George Floyd incendeiam Minneapolis

Terceira noite de motins. Manifestantes incendiaram esquadra da polícia e saquearam dezenas de lojas.
Ricardo Ramos 30 de Maio de 2020 às 10:03
Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
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Protestos por morte de afro-americano às mãos de polícia incendeiam Minneapolis
Manifestantes em fúria incendiaram uma esquadra da polícia e saquearam dezenas de lojas em Minneapolis na quinta-feira à noite, na terceira noite de motins violentos provocados pela morte de um afro-americano, George Floyd, às mãos de polícias brancos, num caso chocante de violência racial que horrorizou os EUA. O agente que foi filmado a sufocar Floyd foi esta sexta-feira detido, mas a ira dos manifestantes parece difícil de aplacar e os protestos já alastraram a outras cidades americanas.

Gritando palavras de ordem contra a polícia e repetindo incessantemente o nome de Floyd como grito de guerra, centenas de manifestantes cercaram a 3ª esquadra de Minneapolis, onde trabalhavam os quatro polícias acusados de matar o afro-americano de 46 anos. Perante o risco de uma confrontação grave, o mayor da cidade ordenou a evacuação do edifício, e em poucos minutos a esquadra foi invadida e incendiada. Com as ruas da cidade mergulhadas no caos, o governador Tim Waltz apelou à calma e mobilizou a Guarda Nacional, mas os protestos continuam.

George Floyd, antigo segurança, foi detido após ter, alegadamente, tentado passar uma nota falsa numa loja. Estava desarmado e não ofereceu resistência, mas foi algemado e atirado ao chão por quatro polícias. Um dos agentes, Derek Chauvin, colocou-lhe o joelho no pescoço durante oito minutos. Um vídeo mostra Floyd a implorar pela vida, dizendo que não conseguia respirar, mas o polícia não se mexeu.

Trump ameaça repressão violenta
Com Minneapolis a arder, Donald Trump inflamou ainda mais os ânimos com ameaças de repressão armada dos protestos, levando mesmo o Twitter a esconder o seu post por "incitamento à violência". "Estes bandidos estão a desonrar a memória de George Floyd e não o permitirei (...). Qualquer dificuldade e iremos assumir o controlo. Quando começam os saques, começam os tiros", escreveu Trump naquela rede social, criticando ainda a "fraqueza" do governador democrata Tim Waltz.
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