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Correio da Manhã

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Psíquico que alega ter previsto a pandemia diz quando esta terá fim e o que nos espera em 2021

Nicola Aujula garante ter visões do futuro e afirma ter previsto também a derrota de Trump nas presidenciais.
20 de Novembro de 2020 às 16:30
Nicolas Aujula
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As teorias de quando a pandemia poderá terminar são muitas e vão das que se baseiam em dados científicos às previsões de médiuns e psíquicos que alegam prever o que nos espera. 

Nicolas Aujula é um desses psíquicos que garante saber o que aí vem, em 2021, no que à pandemia diz respeito. De acordo com o jornal britânico Mirror, em 2018, Nicolas alegou que um desastre relacionado com uma gripe dominaria o mundo. O psíquico e hipnoterapeuta alega que essa foi uma previsão da pandemia de 2020 e diz ainda que previu a derrota de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA.

O homem de 35 anos afirma que "algumas das suas visões são bastante literais", outras são "simbólicas e abertas a interpretação", como se tratasse de um sonho com uma mensagem escondida.

Sobre o ano que se avizinha, Nicolas afirma que vê as "taxas de infeção a chegar ao ponto em que estão sob controlo na primavera", porém, o pânico e restrições causados pelo vírus poderá prolongar-se até 2022, acrescenta. 

Os protestos no mundo todo também deverão manter-se nos próximos dois a três anos, segundo as visões do hipnoterapeuta, e também poderá haver emigração em massa em busca de melhores condições de vida.

"Não estou a falar de algumas centenas, estou a falar de milhares", explica. 

Nicolas afirma que é uma reencarnação e que já conseguiu ter visões de vidas passadas. Numa das quais, o homem diz que foi uma rainha egípcia e um leão. A primeira vez que se deu conta das suas capacidades psíquicas, conta, foi ainda em criança mas só aos 17 anos percebeu a dimensão daquilo que diz ser o seu poder. 

"Já vivi milhares de vidas (...), já fui empregado, professor na Revolução Francesa, um veado, um leão e até já cheguei a viver noutra galáxia", acrescenta. 

O hipnoterapeuta diz que lida diariamente com o ceticismo que as suas "visões" provoca e acrescenta ser difícil silenciar o que vê quando se tratam de acontecimentos graves, como por exemplo a morte de líderes mundiais.
Nicolas Aujula questões sociais política
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