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Suspeito de raptar Maddie pode sair em liberdade na próxima semana

Christian Brueckner está a cumprir pena numa prisão em Kiel, na Alemanha. Investigadores temem risco de fuga.
Correio da Manhã 24 de Junho de 2020 às 10:15
Christian Brueckner
Christian Brueckner
Christian Brueckner é o novo suspeito do rapto de Maddie
Christian Brueckner
Christian Brueckner
Christian Brueckner é o novo suspeito do rapto de Maddie
Christian Brueckner
Christian Brueckner
Christian Brueckner é o novo suspeito do rapto de Maddie
Christian Brueckner, o principal suspeito do rapto e desaparecimento de Madeleine McCann, pode sair em liberdade condicional já na próxima semana. Os advogados do homem de 43 anos, que se encontra detido numa prisão em Kiel, na Alemanha, entraram com um pedido de libertação após este já ter cumprido dois terços da sua sentença de 21 meses de cadeia, por tráfico de droga.

O caso está a ser avaliado pelo Tribunal Federal da Alemanha e espera-se que as autoridades tomem uma decisão em breve.


Os investigadores alemães temem que uma decisão favorável a Brueckner possa comprometer severamente o processo, uma vez que a sua libertação aumenta o risco de fuga por parte do suspeito.

A polícia alemã relançou a investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann, em 2007, então com 3 anos, num aldeamento turístico de Lagos, no Algarve, anunciando no início de junho que havia identificado um suspeito.

O homem, Christian Brueckner, 43 anos, é um pedófilo reincidente atualmente sob prisão em Kiel, no norte da Alemanha, que na altura morava a alguns quilómetros do hotel de onde a criança britânica desapareceu.

Brueckner é suspeito do assassinato da menina, que na altura estava em férias com os pais e outros dois irmãos em Portugal. Os investigadores descobriram, de acordo com a comunicação social alemã, fatos de banho infantis na autocaravana do suspeito. Segundo os media alemães, os investigadores também terão encontrado 'pens' USB com milhares de imagens pedófilas, algumas das quais mostram o suspeito, escondido no local onde havia enterrado o seu cão.

O suspeito já fez um pedido de libertação que não será aceite, de acordo com a Procuradoria.

A Polícia Judiciária (PJ) reabriu a investigação em 2013, depois de o caso ter sido arquivado pela Procuradoria Geral da República em 2008, ilibando os três arguidos, os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, e um outro britânico, Robert Murat.
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