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Twitter explica porque não suspendeu conta de Donald Trump

Publicações do Presidente dos Estados Unidos na rede social geram onda de contestação mundial.
Correio da Manhã 16 de Outubro de 2019 às 17:05
Donald Trump
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As publicações de alguns líderes mundiais nas redes sociais, especialmente no Twitter, originam, na maioria das vezes, onda de contestação na Internet. Em grande parte porque muitas publicações semeiam conflitos, que podem chegar além do mundo internauta.

Um dos líderes mundiais mais popular pelo tipo de publicações que coloca no Twitter é Donald Trump. Depois da senadora Kamala Harrir, candidata presidencial democrata, ter questionado quais as razões ou motivos para o Twitter manter a conta de Donald Trump, a plataforma viu-se obrigada a esclarecer quais os motivos e regras aplicadas aos políticos.

Também o ex-procurador geral da Califórnia afirmou, numa carta enviada ao CEO do Twitter, Jack Dorsey, que o presidente dos Estados Unidos tinha violado as regras da plataforma ao usar a sua conta para "atacar" e "assediar" uma das testemunhas do escândalo na Ucrânia.

A rede social argumenta que muitas mensagens são de interesse público dai continuarem publicas. 

"Queremos deixar claro que as contas dos líderes mundiais não estão totalmente acima das nossas políticas", afirma o Twitter numa publicação, acrescentando que parte da missão da rede social é permitir que as pessoas "interagam diretamente com os seus líderes".

Na carta Jack Dorsey foram selecionadas várias publicações de Trump no final de setembro dirigidas à testemunha que desencadeou a investigação sobre as atividades da Casa Branca na UcrÂnia.

"Como todo americano, eu mereço conhecer meu acusador, especialmente quando esse acusador, o chamado 'Denunciante', representou uma conversa perfeita com um líder estrangeiro de uma maneira totalmente imprecisa e fraudulenta", escreveu Trump 29 de setembro.

Segundo as regras estabelecidas em junto pelo Twitter, citadas pelo CNN, os tweets dos líderes que violam as políticas da plataforma, apenas permanecerão online se tiverem um "claro interesse público". No entanto, a rede social esclarece que a chamada "linha vermelha" é ultrapassada quando as publicações promovem o terrorismo, incluem informações privadas ou fotos íntimas - envolvendo assim o campo da exploração sexual infantil ou o suicídio.

A rede social esclarece que também condenará e atuará quando forem publicadas ameaças diretas contra um indíviduo, apelando assim à violência. Mas, ex-procurador geral da Califórnia a plataforma não cumpriu esta regra quando não puniu Donald Trump que  publicou mensagens racistas contra quatro congressistas democratas.
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