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Acácio Pereira

Investir e reorientar

Política de desinvestimento dos últimos anos tem de acabar.

Acácio Pereira 9 de Maio de 2016 às 00:30
Parte significativa do contributo do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras – SEF para segurança interna nacional advém do trabalho de cooperação realizado com serviços externos tais como a Interpol, a Europol ou a agência Frontex. Hoje os inspetores do SEF, graças à sua especialização e profissionalismo, são considerados internacionalmente dos elementos mais bem preparados para a defesa do espaço comum europeu de livre circulação.

Mas a missão internacional do SEF tem outras dimensões fundamentais, como a Ministra da Administração Interna recentemente reconheceu. Os Oficiais de Ligação de Imigração (OLI) do SEF, colocados nas representações diplomáticas portuguesas, realizam um importantíssimo trabalho de recolha de informação e de análise que está na base da eficácia do serviço no seu conjunto.

Sendo o trabalho dos OLI fundamental para a boa cooperação com os países de origem dos que procuram Portugal como destino de trabalho, residência ou turismo, a política de desinvestimento realizada nos últimos anos tem de acabar. É imprescindível ter mais elementos destacados. Mas, sobretudo, é preciso destacá-los para os países de onde chegam as novas tendências migratórias.
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