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Acácio Pereira

O SEF e a economia

Sem a competência do SEF, Portugal não seria hoje o oásis de segurança.

Acácio Pereira 13 de Fevereiro de 2017 às 00:30
A demagogia e o populismo entraram definitivamente na política internacional e a consequência mais imediata é a exploração dos receios mais primitivos da sociedade, com o recurso ao medo e à desconfiança do próximo. A par com o terrorismo, seja este político ou religioso, muitas mentes perversas utilizam a imigração e os refugiados para tentar tornar aceitável a troca da liberdade e dos direitos humanos pela autocracia.

Felizmente, em Portugal, este fenómeno não tem ainda a dimensão de outros países da Europa, ou dos Estados Unidos. Mas, se os portugueses se sentem hoje seguros, isso deve-se ao papel insubstituível das Forças e Serviços de Segurança. E, no que concerne às questões migratórias e do controlo fronteiriço, ao papel dos inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras – SEF.

O poder político esquece que, sem a competência do SEF, Portugal não seria hoje o oásis de segurança que o torna apetecível para tantos turistas e para os residentes estrangeiros de longa duração que continuam a comprar casa em Portugal e a manter o seu imobiliário em alta. Sem a competência do SEF, o Governo não teria os indicadores económicos que anda a exibir em Bruxelas. É bom que se lembre disso.
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