Barra Cofina

Correio da Manhã

Colunistas
2
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Carlos Anjos

Erros graves

Não estávamos perante um ‘lobo solitário’, mas sim uma célula terrorista.

Carlos Anjos 26 de Maio de 2017 às 00:30
As notícias que chegam do Reino Unido, sobre o autor do atentado de Manchester ser um velho conhecido dos serviços secretos e da polícia inglesa, causam inquietação. Porque, a ser verdade o que tem sido dito pela imprensa, este atentado poderia ter sido evitado.

Não estávamos perante um ‘lobo solitário’, mas sim uma célula terrorista, como a polícia inglesa já assumiu. Sabia-se que tinha sido expulso da mesquita que frequentava pelo Iman por ser um radical violento.

Sabia-se que o pai pertencia a um grupo radical e que recentemente tinha ido viver para a Líbia. E nem quero acreditar nos amigos que assumiram ter avisado a polícia para o perigo deste indivíduo e sobre a possibilidade de ele poder cometer um atentado.

A ser tudo verdade, é extremamente preocupante: se com tanta informação não evitaram um atentado, a possibilidade de algo semelhante vir a ocorrer é enorme. Se alguma polícia portuguesa cometesse um só erro destes, no mínimo, teria vindo um qualquer inteligente pedir a sua extinção.n   
Reino Unido Manchester Líbia Iman distúrbios guerras e conflitos política guerrilha terrorismo
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)