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Carlos Garcia

Terrorismo

Não deviam focar- se no policiamento de proximidade?

Carlos Garcia 3 de Maio de 2015 às 00:30

Recentemente um jornal diário noticiou – com pompa e circunstância – que a GNR era a " primeira polícia a executar uma das principais medidas da nova estratégia de combate ao terrorismo, aprovada em fevereiro", sendo que para o efeito "está a criar uma divisão de cibersegurança com capacidade para monitorizar na net conteúdos que façam a apologia terrorista …"

E acrescentava que "esta divisão, numa primeira fase, deverá ter entre 15 e 20 militares". Não se questionando a perspicaz e calculista "política de comunicação" da GNR, convirá informar os portugueses que a Unidade Nacional Contra-Terrorismo da PJ, que centraliza a nível nacional toda a informação e investigação e é o "ponto de contacto" das congéneres "contra-terroristas" internacionais, terá pouco mais de 25 inspetores dedicados ao fenómeno do terrorismo.

Estranha-se todo este aparato de meios humanos da GNR, quando por todo o país se tem notícia de postos com militares insuficientes ou mesmo encerrados por falta de militares. Não será uma espécie de terrorismo deixar populações inteiras sem o devido policiamento de proximidade? 

GNR Unidade Nacional PJ distúrbios guerras e conflitos terrorismo crime lei e justiça
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