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Carlos Garcia

Terrorismo

‘Especialistas’ omitem na TV o papel essencial da PJ.

Carlos Garcia 22 de Novembro de 2015 às 00:30
Após os bárbaros ataques terroristas de Paris assistimos, diariamente, a inúmeros debates televisivos sobre o problema, com a "crónica" ausência da PJ.

A PJ, ao que sabemos, não participa, não por falta de convite das televisões, mas por opção da sua Direção. Resultado: os cidadãos são induzidos a pensar que o combate ao terrorismo é exclusivo do SIS, PSP e GNR. Universitários, polícias e militares falam de "cátedra" sobre terrorismo, omitindo o papel da PJ, que, na realidade, é essencialíssimo neste combate, porque lhe cabe, por lei, a prevenção, deteção e investigação deste crime.

Omitem que, no caso da ameaça terrorista, a PJ realiza, desde o desmantelamento das "FP-25" (anos 80), o que designa por "investigação preventiva", sustentada, obviamente, em "intelligence", absolutamente orientada à identificação de potenciais terroristas, antes destes consumarem qualquer ato terrorista. A PJ é, por isso, em Portugal, o principal ponto de contacto com as congéneres estrangeiras e serviços de informações, para a troca de informações e monitorização de terroristas em território nacional. 
opinião Carlos Garcia
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