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Eduardo Cintra Torres

RTP 1: Um canal para maiores de 54 anos

Programas que já eram velhos nos anos 90, programas para os amigos, séries sem eficácia nem qualidade para atrair jovens: mais um ano perdido.

Eduardo Cintra Torres 23 de Dezembro de 2016 às 00:30

























A aposta da RTP em séries novas ou retalho às postas de filmes "populares" teve pouca audiência e não atraiu o público-alvo, a juventude. Por um lado, a audiência da RTP 1 é muito idosa; por outro, as séries não se comparam às que os jovens costumam ver.

























A RTP apresenta o ‘Prós & Contras’ como "o grande debate da televisão portuguesa". Durando uma hora e meia em média, pode ser grande, mas não é frequente: este ano teve 32 emissões, pouco mais de metade das semanas. Desapareceu em 28 de Novembro.























O ‘Natal dos Hospitais’ ocupou a RTP 1 durante oito horas. Teve 16 intervalos publicitários e atraiu quase só a audiência acima de 54 anos. Participaram os emplastros do costume, da RTP e das cantorias, mas o momento alto foi o do autêntico Emplastro.
























Considerando a Igreja que assistir à missa pela televisão vale como estar presente num templo, não admira que muitos idosos e com dificuldade de andar a acompanhem pela TV: da audiência com mais de 64 anos, vêem-na 220 mil pela RTP 1 e 250 mil pela TVI.
























O presidente da PT-Altice negou que haja conversações para comprar a Media Capital, dona da TVI e rádios. Mas, como diz que quer ter mais conteúdos além do futebol, fica-se com a impressão de que… quer mesmo comprar a Media Capital, dona da TVI e rádios.

































Pode ser só propaganda, mas, sendo na Rússia, será de levar a sério o reality show que "permite" aos concorrentes "assassinar e violar" — "dentro da lei". O regime soviético matou mais de um milhão na Sibéria; agora o Gulag passa a entretenimento.
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