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Eduardo Dâmaso

O negócio da moção

Os tempos podem ter mudado, mas o PCP nem tanto.

Eduardo Dâmaso(eduardodamaso@sabado.cofina.pt) 4 de Novembro de 2015 às 00:30
Depois da euforia chega a prudência. As dificuldades em negociar uma única moção de rejeição do governo mostram bem como o PCP começa a fazer valer a força que é própria de um fiel da balança.

Com o poder de viabilizar ou matar um governo minoritário do PS apoiado à esquerda, os comunistas pesam os prós e contras da colagem. Uma coisa é tirar partido de medidas de reposição de direitos, outra coisa é um compromisso maior, de irmandade, que dilua a sua força e linguagem de protesto num texto que tem, também, de refletir a posição mais matizada do PS. Afinal, os tempos podem ter mudado, mas o PCP nem tanto.
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