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F. Falcão-Machado

Califado (2)

O poder magnético do Estado islâmico sobre vastos setores da juventude é preocupante.

F. Falcão-Machado 7 de Novembro de 2014 às 00:30

Continuam a ser inquietantes as notícias que nos chegam do Médio Oriente.

Já percebemos que o chamado Estado Islâmico se tornou uma força incontornável na região, assim como já entendemos que os bombardeamentos aéreos aos quais tem sido submetido pouco abalo lhe causam. Porém, enquanto esses ataques não passam do nível meramente tático, outra preocupação surge – o poder magnético que o dito Estado Islâmico consegue exercer sobre vastos setores da juventude de todo o mundo. Por isso talvez tenha cabimento a pergunta que uma eurodeputada portuguesa fazia há poucos dias: que futuro tem o ocidente oferecido a todos esses jovens atraídos pelo romantismo do apelo revolucionário?

De qualquer modo, face ao falhanço das medidas até aqui tomadas pela comunidade internacional há que optar por novas formas de enfrentar esse suspeito Estado Islâmico. É óbvio que a extrema violência por ele exercida representa um esforço para chamar a atenção para interesses e objetivos que importa conhecer e avaliar.

Ora países como a Turquia ou o Irão terão certamente uma palavra a acrescentar. Talvez não fosse inconveniente ouvi-los.

Médio Oriente Estado Islâmico Turquia Irão política
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