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Fernanda Cachão

Bilhetes como novos

Não há crónica que chegue para o rol de obras em Lisboa.

Fernanda Cachão 4 de Outubro de 2016 às 00:30
Não há crónica que chegue para o rol de obras em Lisboa. Amanhã abre, mas provisoriamente, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, que só estará acabado em março. Os lisboetas podem espreitar o edifício que se oferece à cidade como um miradouro, que no seu ponto mais alto tem uma guarda para o Tejo – é o que têm dito.

Entretanto, pelas Avenidas Novas rasgam-se alamedas com relva – ainda não vimos as dezenas de árvores - para devolver a cidade aos peões; é o que diz a câmara. E, em Sete Rios, as obras deverão ser coisa para nove meses, mas enquadram-se, está claro, no programa ‘Uma praça em cada bairro’. Prevê-se ainda, e para breve, "um contínuo" entre Entrecampos e Campolide: o que quer dizer que os estaleiros vão chegar à Praça de Espanha.

Para que não se pense que isto é só champanhe, francesices e progresso, há já duas semanas que os passageiros do metro andam à rasca para comprar bilhetes nas máquinas de venda automática. A dependência de um único fornecedor e o aumento de turistas, que Medina tanto quer, são justificação para que a culpa morra solteira e o problema não se resolva antes de dezembro. (A propósito e a quem interessar: temos 2 cartões Viva Viagem como novos.)
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