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Helena Garrido

Ricardo e José

Os Espírito Santo desceram à terra. Mostram como a sua família é igual a tantas outras.

Helena Garrido 12 de Dezembro de 2014 às 00:54

Os primos Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi conhecem-se e convivem desde crianças. Ficam na história como protagonistas de mais uma história de destruição de um grupo por causa de guerras familiares.

O presidente do BES cometeu muitos erros. Mas enquanto conseguia dar dinheiro a todos ninguém abria a boca. Ninguém se preocupava se manda muito ou pouco, porque todos estavam disponíveis para obedecer. No fim da linha estaria sempre o cheque. O líder só é posto em causa quando o cheque começa a emagrecer. Nada de novo nas regras gerais da natureza humana.

Mas na avaliação do papel público dos primos Ricardo e José percebe-se o que defende Ricardo, não se compreende o que quer José. Ricardo pode ter afundado o barco da família, por excesso de arrogância, mas tentou defender-se, sem atacar, e reerguer pelo menos o nome.

A família Espírito Santo está a mostrar no Parlamento como podem ser selvagens e destrutivas as relações na família. Não são os primeiros, não serão os últimos.

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