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João Pereira Coutinho

Conversa de loucos

A nossa conversa cobarde é um favor aos terroristas.

João Pereira Coutinho 26 de Maio de 2017 às 00:30
Antigamente, quando o terrorismo islamita mostrava as garras, a conversa era conhecida: é preciso ‘entender’ os terroristas e apontar o dedo ao Ocidente, responsável pela exploração económica/dominação imperialista/cruzadas medievais (riscar o que não interessa).

Hoje, a conversa mudou. Mas a tecla da loucura continua a mesma: temos de nos ‘habituar’ à selvajaria porque, atenção, ‘não há nada a fazer’. A sério?

Em Inglaterra, desde 1998, houve 264 condenações por actividades ligadas ao terrorismo. Nos últimos 4 anos, 13 atentados de larga escala foram evitados pelas autoridades. Depois de Manchester, isto significa duas coisas: que muito já foi feito; e que ainda falta fazer quase tudo – da vigilância virtual à infiltração nas comunidades muçulmanas, a lista é longa.

Defender a rendição cobarde quando a guerra mal começou é uma espécie de suicídio colectivo que os terroristas agradecem.
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