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José Calado

Alterações sem efeito

Ninguém pode apontar nada à nossa seleção.

José Calado 29 de Junho de 2017 às 00:30
Depois de afastados da final da Taça das Confederações, resta-nos perceber o porquê das substituições de Fernando Santos que empurraram  a  equipa para o seu meio-campo.

Nani não entrou bem, Quaresma idem aspas e, com a saída de André Silva, Ronaldo ficou isolado no ataque. Com a retirada de Bernardo perdemos controlo e posse de bola e com a troca de Adrien perdemos mais pressão no meio-campo, deixando o Chile mais confortável.

Uma primeira parte muito tática. De um lado esteve um Chile com mais posse de bola e do outro um Portugal que, quando recuperava a bola, saía rapidíssima nas suas transições ofensivas. Resultado aceitava-se perfeitamente.

Na segunda parte, o Chile continuou a sua toada. Na seleção portuguesa pontificava cada vez mais William Carvalho (o melhor desta partida) porque a pressão chilena era cada vez mais acentuada. As substituições não surtiram o resultado esperado.

Vamos para prolongamento e aí, temos de dizer, o Chile foi a equipa mais acutilante e que teve mais argumentos. Vamos disputar o 3º lugar e independentemente do resultado ninguém poderá apontar nada à nossa seleção.

Das grandes penalidades nem vale a pena falar.
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