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José Calado

Até deu para golear

O único senão foi o ato irrefletido de Pepe.

José Calado 25 de Junho de 2017 às 00:30
Nos primeiros 15’ entrámos apáticos, com uma dificuldade tremenda em ligar os setores da equipa, muito por mérito da grande pressão exercida pelos neozelandeses. Basta dizer que o nosso primeiro remate à baliza e com perigo foi somente aos 23’.

Depois partimos para 30’ de bom futebol, não a um nível coletivo, mas, acima de tudo, as individualidades a aparecerem no jogo. Muito boa ligação nas laterais onde Quaresma e o próprio Bernardo Silva se entendiam às mil maravilhas com Eliseu e Semedo.

Os golos apareceram com naturalidade e o 2-0 ao intervalo refletia o que se tinha passado na 1ª parte. De salientar a grande gestão de esforço que Fernando Santos está a fazer nesta equipa, trocando jogadores e variando durante a própria partida o seu sistema tático.

Depois, uma segunda parte onde Portugal entrou supertranquilo quase já em modo passeio. jogo não muito interessante, onde até deu para descansar o capitão. Mais dois golos de grande recorte individual. Se tivesse de salientar um dos melhores seria Quaresma.

Agora rumo às meias-finais, sem derrotas, provando que somos a equipa, a meu ver, favorita. O único senão, a não presença de Pepe na meia-final depois de um ato irrefletido.
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