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José Carlos Martins

Enfermeiros e gripe

É determinante aumentar a capacidade de resposta.

José Carlos Martins 22 de Dezembro de 2016 às 00:30
Entrámos no inverno. O frio ataca. Virão as chuvas. O país tem mais de 3 milhões de pessoas com mais de 65 anos, das quais cerca de um milhão com mais de 75. Milhares de ‘idosos’ têm várias doenças crónicas e milhares estão em situação de dependência, parcial ou total.

Entre muitos outros fatores, devido a alterações climatéricas e carência de cuidados de saúde, designadamente de cuidados de enfermagem, é esperado que a sua situação clínica se agudize. É esperado um aumento de afluência às Urgências, do número de internamentos e da taxa de mortalidade. Estes aumentos são evitáveis.

Todos sabemos que, entre outras medidas, é determinante aumentar a capacidade de resposta das redes de cuidados continuados e de saúde primários. Fundamentalmente em cuidados de enfermagem.

A proposta de contratação excecional de enfermeiros, apresentada pelo SEP e que os partidos acomodaram no Orçamento de Estado aprovado, e a recente publicação da portaria sobre concursos, negociada e acordada com o SEP, são bom contributo para a célere e imprescindível contratação de enfermeiros. O retorno do investimento na contratação de 2000 mil enfermeiros para centros de saúde proposta pelo SEP é de curto prazo.
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