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José Diogo Quintela

Chamo-lhe um Figo

A reforma de Pinto da Costa estará ao nível do jogo com a Coreia, em 66.

José Diogo Quintela 3 de Junho de 2016 às 01:45
Vai fazer esta semana 16 anos que a selecção portuguesa deixou de ser um saco de pancada para passar a ser candidata a dar pancada noutros sacos. Eram 20h07 da véspera de Sto. António quando o Figo pegou na bola no meio-campo, correu uns 20 metros e meteu-a à bruta na baliza inglesa. O resto é conhecido. A partir daí nunca mais falhámos uma fase final. Deixámos de fazer contas e passámos a contar.

Ao dizer que Pinto da Costa devia demitir-se, Figo voltou a marcar o início de uma reviravolta gloriosa do futebol português. A reforma de Pinto da Costa estará ao nível do jogo com a Coreia, em 66. Deixa de ser presidente do Porto e, por inerência, de receber árbitros em casa para lhes dar conselhos matrimoniais, de lhes fornecer fruta, servir galões, inventar notícias com António Tavares Telles para pressionar a Federação, entre outras actividades esconsas.

Como em 2000, o Figo foi à frente. Geração de Ouro vs Geração Apito Dourado. Só era escusado a observação sobre o bilhar. É fazer pouco de Pinto da Costa, ao destacar, justamente, uma das únicas modalidades em que o árbitro não interessa.
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