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José Diogo Quintela

Jovial xenofobia

Jogar com a Estónia faz tanto sentido como uma peladinha no jamor.

José Diogo Quintela 8 de Junho de 2016 às 02:52
Hoje jogamos com a Estónia, porque a Estónia, supostamente, é do género da Islândia. Os responsáveis da FPF pensaram: "São do norte, louros, semi- -vikings, os nomes acabam em "son", não se percebe nada do que dizem e as suas mulheres têm uma moral sexual muito lassa? Então são como os islandeses". É racismo futebolístico.
A distância entre a Islândia e a Estónia é quase a mesma que entre a Islândia e Portugal. Portanto, jogar com a Estónia faz tanto sentido como dividir os convocados em dois grupos e organizar uma peladinha no Jamor.
Mas, pronto, está marcado, está marcado. Assim aproveito também para ensaiar uma rubrica de xenofobia galhofeira que tenciono publicar antes de cada jogo. São factos sobre estónios usados para achincalhar o próprio país e engrandecer os nossos jogadores. Por exemplo, o leitor sabia que a Estónia tem uma fronteira de 323 km com a Rússia? O Pepe faz essa distância a rebolar em 2 dias e 11 horas. Outra: a Estónia tem 672 mil estonianas. O Ronaldo já teve 672 mil estonianas. E mais esta: a Estónia é o 97º país do mundo em termos de consumo energético, com 7.4 TW/h. No 96º lugar está o secador do Bruno Alves.
Embrulha, Estónia.
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