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Leonardo Ralha

Há fome de livros

Venderam-se livros, e muitos nem eram de culinária.

Leonardo Ralha 14 de Junho de 2015 às 00:30
Ainda não foi desta que os tuk tuk ajudaram os menos aptos fisicamente a vencer a inclinação do Parque Eduardo VII, mas a Feira do Livro de Lisboa que hoje termina revelou tendências de mudança.

Aos espaços semifechados da Leya e da Porto, com alarmes magnéticos e seguranças atentos aos presumíveis meliantes, retorquiu a Presença com uma panóplia de pavilhões das suas várias editoras e chancelas, assumindo-se como terceira força do mercado livreiro. Mas não na feira, onde foi ultrapassada pelas três dezenas de participantes que venderam comes e bebes durante a 85ª edição. Das tradicionais farturas e gelados a várias ofertas de comida rápida internacional, como se o povo só quisesse bagels nova-iorquinos e circo.

Ainda assim, venderam-se livros, e muitos nem eram de culinária.
Parque Eduardo VII Feira do Livro de Lisboa literatura livros
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