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Leonardo Ralha

Marchar contra a esquerda caviar

Empenhado no ataque aos pseudointelectuais, Pedro Granger explicou que não tem vergonha de ser uma data de coisas.

Leonardo Ralha 22 de Outubro de 2016 às 00:30
Enquanto Passos Coelho definha enquanto líder da oposição à maioria de esquerda, Pedro Granger dá o passo em frente. À ‘Lux’, o eterno jovem ator e apresentador, de 37 anos, confessou-se desmoralizado "com a classe política e com o que temos visto acontecer, seja à direita, à esquerda ou ao centro".

Embora disfarce com o medo que Trump lhe inspira e com a faceta de treinador de bancada no Festival da Eurovisão, tem o tipo de interesse pela política que deriva de ter lido livros sobre a CIA e a Mossad. Afinal, na sua mira está a "pseudointelectual idade instalada em Portugal, muitas vezes associada a uma ‘esquerda caviar’, e que não é de esquerda sequer".

Não perdoa "a discriminação que fazem de outros grupos, por acharem que as coisas em que acreditam são as certas em relação a todo o resto da sociedade". Já Granger não se deixa limitar. "Não tenho vergonha da minha família, de ser católico, de centro-direita, de ter começado pela televisão, de gostar também de ser apresentador, de não ter feito o Conservatório", diz quem se insurge contra "uns grupos que são discriminatórios" e graças aos quais "somos todos metidos em gavetas".

Aguardemos, então, pelo dia em que todos conseguirão sair da gaveta. 

Aquecimento global pela manhãzinha 
Gravar insultos e empurrões para ‘Amor Maior’ satisfaz Sara Matos. "Gosto destas cenas de manhã cedinho. O tempo já vai estando mais frio e ajuda a aquecer", disse à ‘TV Guia’. Ainda bem que há quem acorde mais tarde. 

E depois do adeus atira-se saliva 
Vista por milhões a cantar sentada ao colo de Manuel Luís Goucha, Maria Leal criticou o ex-namorado por satirizá-la. "Cuspiu no prato que comeu e isso é muito feio", disse à ‘Nova Gente’. Teme-se que no sentido literal... 

Preconceitos contra certos telespectadores 
Fazer de racista em ‘A Impostora’ inquieta Madalena Brandão, pois tem "preconceito contra o preconceito". E partilha uma esperança com a ‘TV7 Dias’: "Espero que não me batam na rua." Pensar assim não será um nadinha racista?
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