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Leonardo Ralha

Segundas a circular

Será que uma aliança da direita, recusada por Passos Coelho, teria assegurado o fim da gestão socialista?

Leonardo Ralha 19 de Setembro de 2017 às 00:30
Sondagens há muitas, e outras serão conhecidas até ao dia em que os portugueses conciliarão missas, passeios, compras e futebol com o voto, mas aquela que a Universidade Católica fez em Lisboa, realizada no sábado e divulgada ontem, deixa indicações interessantes.

A primeira é que a maioria absoluta socialista, obtida pelo irrevogável António Costa e entregue a Fernando Medina, está posta em causa, ressentindo-se das dificuldades que os lisboetas sentem no quotidiano do e das transações imobiliárias do edil lisboeta.

Assaz interessante, também, é a possibilidade de Assunção Cristas merecer mais votos do que Teresa Leal Coelho, compensando com a sua imagem e a campanha a vantagem do PSD sobre o CDS-PP na capital.

E ainda que ambas as candidatas fiquem muito distantes de Medina - tem 41 por cento, contra 17 de Cristas e 16 de Coelho -, fazendo lembrar aqueles anos de domínio do FC Porto em que Sporting e Benfica se viam reduzidos a disputar o ‘Campeonato da Segunda Circular’, regressa a dúvida: será que uma aliança da direita, recusada por Passos Coelho face ao avanço de Cristas, teria assegurado o fim da gestão socialista que dura desde 2007?

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