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Mário Pereira

O meu nome é André. André André

Cerca de uma vintena de reforços e setenta milhões de euros depois, Julen Lopetegui ganhou finalmente ao Benfica.

Mário Pereira 22 de Setembro de 2015 às 00:30
Cerca de uma vintena de reforços e setenta milhões de euros depois, Lopetegui ganhou finalmente ao Benfica. Não que tenha feito muito por isso, no clássico que marcou a jornada.

O treinador espanhol mostrou, pela enésima vez, uma veia conservadora que o impele compulsivamente a não arriscar um milímetro que seja no momento das decisões. Por isso ficou de orelhas a arder, sentenciado por um tribunal que não gosta de meias medidas. E logo o assobiou quando, a oito minutos do final do jogo e com o jogo a zeros, para reforçar o ataque… retirou Aboubakar.

Valeu-lhe então o rasgo de inspiração de dois portugueses, Varela no passe, André na finalização. André não, André André, assim é que está bem. Porque há nomes que nasceram para ser ditos duas vezes.

E por falar em duas vezes, não há duas sem três. Este é o número de jogos do Benfica fora da Luz, nesta época, e é também o número de derrotas, na condição de visitante. Estranha maleita, esta que afeta a águia mal ela voa para fora do ninho. Um vírus para o qual Rui Vitória tarda em encontrar antídoto. Já ontem, o Sporting suou para vencer o Nacional. Um triunfo sem brilho, mas também sem sofrer golos, o que acontece pela primeira vez neste campeonato.
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