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Maurício do Vale

A lição de Lisboa

Só quem não quiser (ou não puder...) é que não aprende esta lição.

Maurício do Vale 1 de Outubro de 2016 às 00:30
Quinta, no Campo Pequeno, na corrida ‘Flash’, houve lição de Tauromaquia! Dentro e fora da arena. Algo sonhado por muitos e que outros teimam ignorar.

Excelente entrada de público e ambiente indescritível. Estrondosas ovações com as gentes saltando dos seus lugares. Não foi preciso, como noutros contextos, os artistas agradecerem antes do aplauso se ouvir.

A lição de Lisboa provou que há público para o toureio a pé, com a excelente ganadaria de Manuel Veiga (duas vezes chamado à arena) e três Matadores (categoria que o atual regulamento vergonhosamente aboliu)! Afinal, há lugar para todos!

Umas vezes, cavaleiros e forcados (deixem-se de cartéis de seis cavaleiros e três grupos); outras, a pé, como quinta; ou as ‘mistas’ de tradição! Finito em ‘charme de torería’! Padilla, triunfo de Porta Grande, em ombros! O nosso Manuel Dias Gomes, ali em estreia como Matador, triunfante no sexto, honrando dinastia! Só quem não quiser (ou não puder...) é que não aprende esta lição de Lisboa!
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