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Miguel Alexandre Ganhão

Maria de Belém cativa a maçonaria

O vice-grão-mestre é um dos nomes que apoiam a ex-ministra da Saúde na sua candidatura à Presidência da República.

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 27 de Agosto de 2015 às 00:30
É a grande surpresa política. A candidatura presidencial de Maria de Belém está a cativar apoios no Grande Oriente Lusitano (GOL), a mais antiga obediência maçónica portuguesa. A inclusão de Cipriano Oliveira, vice-grão-mestre do GOL, nos nomes que apoiam a ex-ministra da Saúde foi o catalisador de muitos maçons que se identificam com a iniciativa da ex-presidente do Partido Socialista. Várias lojas já se manifestaram simpatizantes de Maria de Belém.
Fora deste movimento está o próprio grão-mestre do GOL, Fernando Lima. Elementos próximos de Lima chegaram mesmo a almoçar na quarta-feira da passada semana com António Vitorino (PS). Um grupo de empresários tentou convencer o ex-comissário europeu de que não faltariam apoios económicos à sua candidatura presidencial caso decidisse avançar. Vitorino ouviu, mas reafirmou a sua ideia de que não estão reunidas as condições para que se possa candidatar à Presidência da República.

Ainda sem assumir formalmente a sua candidatura, mas comportando-se como um verdadeiro candidato, está Marcelo Rebelo de Sousa. Quem o viu nas Festas do Mar em Cascais tirou o retrato de um presidenciável que está a sentir o pulso do eleitorado. Sempre de mão dada com a sua companheira, Rita Amaral Cabral, Marcelo distribuiu sorrisos e cumprimentos na zona VIP. Acenou e respondeu a todas as solicitações do público. E como animal político que é, não deixou de cumprimentar todos os artistas que atuaram, posando para as respetivas fotografias. Estava, naturalmente, em terreno amigo. Carlos Carreiras, presidente da autarquia, é um confesso apoiante da candidatura de Marcelo.


Passos pede que se acompanhe os pagamentos em atraso da PT
O acumular de queixas dos fornecedores da Portugal Telecom (PT) levou o primeiro-ministro a interessar-se pelo dossiê e a pedir a Pires de Lima que pusesse tudo em pratos limpos. Os franceses da Altice perceberam a mensagem e já interiorizaram que a PT tem uma influência muito grande num vasto universo de pequenas e médias empresas. Esta mudança de atitude  já é percetível mesmo ao nível da comunicação interna.
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