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Miguel Alexandre Ganhão

Vamos pôr o “dedo na ferida”

É verdade que os espanhóis Só ajudaram depois de acionado o mecanismo europeu?

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 21 de Agosto de 2017 às 00:31
Como diz Marcelo Rebelo de Sousa, ainda não é tempo de apurar responsabilidades, agora é tempo de combater os incêndios! Certo. Mas a pouco mais de um mês de findar a fase crítica dos fogos (Charlie) já é altura de começar a fazer perguntas.

Assim sendo, aqui vão: que razões levaram à saída da diretora nacional de Recursos de Proteção Civil? Esta responsável foi ou não inquirida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a sua situação de incompatibilidade para o desempenho do cargo? Qual foi a decisão final da PGR?

Quanto custaram, até ao dia de hoje (21 de agosto) a utilização dos meios aéreos de combate aos incêndios? Foi ou não já gasta na totalidade a verba que estava orçamentada até setembro?

É verdade que os espanhóis só prestaram a sua ajuda depois de o governo português ter acionado o mecanismo europeu de proteção civil, de modo a garantir que existia dinheiro para pagar?

É verdade que existem responsáveis da Proteção Civil a desviar homens e material a meio do percurso para um combate ao fogo? É verdade que existiram comandantes que se recusaram a obedecer a estas ordens de desvio e ficaram no local que lhes tinha sido inicialmente fixado?

Todas estas interrogações podem não passar de especulação...mas até ao momento valem como perguntas legítimas a que é preciso dar uma resposta clara.

Pacientemente, aguardamos pelo momento oportuno.

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