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Paulo Rodrigues

O nosso terrorismo

São os polícias que estão na linha da frente e de fogo.

Paulo Rodrigues 24 de Janeiro de 2015 às 00:30

Quando somos confrontados com atos terroristas, é natural ficarmos sobressaltados com a possibilidade de a situação bater à nossa porta. As entidades competentes têm por norma emanar orientações, ainda que sejam apenas para demonstrar que existe preocupação.

Por vezes, admito até ser importante em benefício do sentimento de segurança. Em torno destas matérias, no âmbito operacional, não é preciso inventar, nem são necessárias grandes medidas políticas. Não é preciso andarmos na rua ao bom estilo cowboy para termos garantias de segurança. Sabemos que estamos no espaço europeu, sujeito a situações de criminalidade violenta ou terrorismo.

Também sabemos que aqueles que estão na linha da frente e de fogo são os polícias. Se os polícias tiverem o reconhecimento governamental do risco desta tarefa, forem devidamente equipados e com formação técnica e tática regular, garante-se que o País tem todas as condições para lidar de forma eficaz com as ameaças.

A ausência destas condições é que pode, no limite, considerar-se um ato terrorista.

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