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Reginaldo Rodrigues de Almeida

O flagelo das drogas

Nem leves, nem duras, dependem dos efeitos que recaem sobre cada consumo.

Reginaldo Rodrigues de Almeida 20 de Março de 2016 às 01:45

As drogas, convém lembrar flagelo de todas as gerações, preocupam as forças de segurança e as autoridades de saúde, ao mesmo tempo que destroem pessoas e famílias.

Se até agora já era assim, este funesto resultado parece estar na atualidade ainda amplificado por fatores preocupantes, de acordo com os indicadores de diferentes relatórios internacionais.

A cada semana, novas substâncias são introduzidas no mercado; na Europa, em particular, muitas delas com rótulos de aparente legalidade mas de composição química desconhecida e de consequências imprevisíveis. A internet transformou-se num labirinto e nos diferentes patamares de acesso, em particular nos mais profundos, é cada vez mais poderosa no ludibriar da fiscalização.

Se na ‘cultura da noite’ parece residir muito do deslumbramento desta tenebrosa realidade, cumpre então promover valores educacionais e de cidadania ‘ao longo do dia’ e evitarem-se males maiores e, nesta matéria, não são só os poderes públicos que têm responsabilidades e nos podem salvar, todos temos que fazer a nossa parte.

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