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Ricardo Tavares

Rui Costa o burguês da estrutura

Se Jorge Jesus tem ido treinar o Brasa ou o Caála, não se assistia à reedição dos sinais de fumo.

Ricardo Tavares 31 de Outubro de 2015 às 00:30
Se Jorge Jesus, em vez de se mudar para o Sporting, tem ido treinar o Brasa ou o Recreativo de Caála, não se assistia à reedição dos famosos sinais de fumo, agora no outro lado da Segunda Circular. Jesus saiu, levou o software – não terá sido a caixa com senhas de refeição para árbitros, delegados e observadores? –, mas a estrutura ficou na Luz.

O problema do Benfica, na ótica de Rui Gomes da Silva, não são as derrotas, duas com o rival, ainda por cima dirigido por Jesus, nem a falta de mais jogadores de classe para acompanhar Gaitán, mas, sim, o "aburguesamento" da estrutura. Será só na visão do vice-presidente? Havendo quebra de solidariedade, em condições normais, Luís Filipe Vieira promoveria a demissão do parceiro. Não o fez. Assim, parece, assina por baixo a crítica, mas, simultaneamente, mantém a confiança. Estranho, no mínimo.

Não sendo a estrutura um computador, a mensagem do sinal de fumo identifica, certamente, Rui Costa como o burguês da estrutura. Curiosamente, ou talvez não, Jesus também lançou fumaça, dizendo que o futuro do futebol do Benfica só pode passar pelo antigo 10.
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