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Ricardo Valadas

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A investigação do terrorismo é acima de tudo uma arte que requer experiência, ciência e reserva.

Ricardo Valadas 27 de Novembro de 2016 às 01:45
A Unidade Nacional de Contra-Terrorismo da Polícia Judiciária portuguesa identificou, investigou e transmitiu, às suas congéneres internacionais, informações sobre a possibilidade de um cidadão marroquino, de 26 anos, poder vir a integrar um grupo terrorista. Resultado deste intercâmbio de informações, este cidadão marroquino, com residência em Portugal, foi detido em França por suspeitas de estar a preparar um novo atentado terrorista.

Para que não restem dúvidas, esta operação é apenas mais uma operação da UNCT da PJ que demonstra, de forma inequívoca, que a investigação do terrorismo é acima de tudo uma arte que requer experiência, ciência e reserva.

A UNCT da PJ é a única instituição em Portugal cabalmente capacitada para proceder à investigação criminal deste fenómeno. Esta unidade, que recorre de forma reiterada à troca de informação por via dos canais de cooperação internacional, é um tesouro da nossa democracia e, por via da sua história, dos seus resultados e da sua cultura de atuação, é uma das linhas estratégicas essenciais de uma PJ de futuro.

A UNCT necessita de investimento e de ser estruturalmente reforçada. Na sociedade atual, este investimento é um sinal de atenção à segurança de todos os cidadãos do espaço europeu.
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