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Correio da Manhã

Colunistas
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4 de Junho de 2017 às 00:30
Esta semana, o Instituto para a Economia e Paz [IEP] – dedicado ao estudo sobre o desenvolvimento humano - publicitou através do seu relatório internacional anual - intitulado "Global Peace Índex" [Índice Global de Paz] - a subida de Portugal para a terceira posição como País mais seguro do Mundo, num "ranking" de 163 Países.

No que concerne à Segurança, a nível mundial, Portugal tem apenas à sua frente dois Países: a Islândia e a Nova Zelândia.

Atualmente, Portugal é o País mais seguro da União Europeia, ou seja, para além de múltiplos indicadores, muito por via do empenho e organização das suas Forças e Serviços de Segurança (PJ, GNR, SEF, PSP, SIS, AMN), que constituem o atual Sistema de Segurança Interna.

Perante este facto, a questão que se coloca é: por que razão se impõe o desejo de alterar o Sistema de Segurança Interna português, ao nível das competências de Serviços como a PJ e o SEF, a título de exemplo, se já demonstramos que Portugal funciona bem e é exemplo mundial no que concerne à gestão da segurança dos seus cidadãos?

Não se vislumbra outra resposta que não a existência de assessorias corporativistas de apologia catastrófica que incentivam, pelo medo, a alterar algo que já funciona.
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